Brazil was a blast!! 7 weeks of touring, writing, recording & vacationing. My drummer, Will Halsey & I, are in the process of finishing a split release (DOUBLE DATE by THE BLANK TAPES / SUGAR CANDY MT) with 10 songs written in Brazil featuring Pearl Charles & Ash Reiter.
WE SHOT THEM
photos by Bea Rodrigues
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OK! ANNIE
by Bruna Dourado

O Goma, em parceria com o Fiesta Intruders – que acaba de completar dois anos – trouxe à Uberlândia na noite da última quinta-feira, no Fever Bar, a banda californiana The Blank Tapes e a estréia dos uberlandenses do Poeira de Estrela, além do DJ Set do Yan Hayashi e Photoset do Hick Duarte. A noite começou com Yan, do Fiesta, animando quem já estava no bar e, logo depois, era a vez da banda Poeira de Estrela subir ao palco para começar o que seria a primeira apresentação do grupo. Rafael Vaz, Guilherme Cunha, Sérgio Filho e Getúlio Ribeiro trouxeram ao Fever letras bem feitas e influências do indie, folk, rock psicodélico e até do trip-hop, e foram muito bem recebidos pelo público que já lotava o lugar.

Depois do show, conversamos com o Rafael, que nos contou um pouco sobre a formação da banda. Todos os integrantes do Poeira de Estrela já têm experiência com música, e se reuniram esse ano para colocar o projeto em ação, que já havia sido adiantado por Rafael. Atualmente, a banda está trabalhando em seu primeiro EP, que deve ser lançado em breve. Depois do primeiro show, a programação seguiu com a discotecagem do Yan, e logo o The Blank Tapes estava no palco. A apresentação começou com um clima bem intimista, quase acústico e, com apenas três integrantes no palco, a banda surpreendeu o público que logo se entregava ao ritmo gostoso do folk e da voz macia de Matt Adams. Entre as músicas do repertório, o californiano cantou as já conhecidas “Listen To The One†e “Long Agoâ€, além de músicas dos últimos discos, agradando que foi com a intenção de ouvir música boa.

MOFONOVA
by Neri Da Rosa

“Holy Roller” the blank tapes live at Livros Lidos nov 11 – UV Mobile Curitiba Brasil nov 2011.AVI
Listen to the One [ @ Último Volume Mobile ]
Palco Alternativo – Exclusivo: O folk-rock lo-fi de Matt Adams
http://www.palcoalternativo.com.br/2011/10/29/exclusivo-o-folk-rock-lo-fi-de-matt-adams/
por Andréia Martins]
Matt Adams é um tipo curioso. Este californiano é a mente por trás do The Blank Tapes e não à toa, muitas vezes é chamado de uma “máquina da músicaâ€. Tudo porque ele já lançou mais de 100 músicas nos sete anos de carreira da banda – que tem seis discos na bagagem e muitos quilômetros rodados em tours pelo mundo todo -, sem contar que, na hora de gravar, é ele quem cuida de todos os instrumentos.
“Eu estou sempre pensando em música, trabalhando em duas ou três ao mesmo tempo. É para isso que minha cabeça funcionaâ€, disse ele em entrevista exclusiva ao Palco Alternativo, pouco antes de estrear sua turnê 2011 no Brasil, mais precisamente em São Paulo, na Casa do Mancha.
Pacato, sempre com seu bloquinho de anotações a tira colo, Matt é natural de Orange County no ensolarado Estado americano da Califórnia, e depois se mudou para São Francisco – o que ele mais costa lá? As cores. Começou o Blank Tapes em 2003, quando lançou seu disco de estreia, o excelente Country Western Honky Tonk Sallon Blues, pura essência do folk americano, mas com ares praianos.
A turnê ainda faz parte do último trabalho da banda, Home Away From Home, de 2010. Um disco diferente dos anteriores, tanto na sonoridade quanto no formato; com 10 músicas, é seu disco mais enxuto já que ele costuma lançar álbuns com mais de 15 faixas.
“A mudança foi que… bem, primeiro eu queria lançar este trabalho em vinil, o que permite em média 40 minutos de música. Como a gravadora também queria um disco curto, quis que ele tivesse um conceito e fosse focado em determinados estilo e sonoridadeâ€, disse Matt. “Já escrevi muitas coisas gentis, alegres e otimistas. Agora eu estou tentando expressar esse lado mais escuro, mais grave. Eu sempre tive este álbum em mimâ€.
Escrito em uma van – enquanto ele cruzava cidades para se apresentar -, o resultado foi um disco mais elétrico e com composições mais despojadas comparado com os trabalhos anteriores. Aliás, enquanto ele compunha os primeiros versos de “Drivin’ Out Of My Mindâ€, ao volante, ele literamente saiu da pista e foi parado por policiais. O que ele respondeu que estava fazendo? Provavelmente, “drivin’ out of my mindâ€.
O modo de gravar não surpreende em se tratando de Matt. Já há um tempo ele trocou os grandes estúdios por um gravador de fitas cassetes mais simples, onde ele consegue gravar oito músicas e conta com recursos mÃnimos, aderindo ao “lo-fi way of recordingâ€.
“Quando eu comecei a gravar minhas músicas, com 16, 17 aos, usava ferramentas digitais como todo mundo. Mas chegou um momento que aquele excesso de possibilidades me fazia perder o foco. Você fica refazendo a música… para sempre. Era demais para mimâ€, conta.
Para ele, a possibilidade de gravar em seu quarto, em uma van ou mesmo na garagem, deixa a música mais real, com a “sujeira necessáriaâ€. “O lance é saber do que a música realmente precisa. Gosto dos limites que esse formato impões, onde tenho que ser mais criativoâ€.
Ao longo dos anos, Matt diz ter se tornado um músico e compositor melhor. “A maior mudança é que me tornei um cantor melhor, e as letras melhoraram. Antes mesmo do Blank Tapes, fico constrangido com as coisas que escreviâ€, diz ele rindo. “Não sabia o que eu queria dizer naquela época… Não tenho certeza se sei ainda hojeâ€.
Country Western Honky Tonk Saloon Blues foi lançado de maneira independente e imediatamente começou a atrair a atenção da imprensa californiana. Influenciado por artistas como Leonard Cohen e Velvet Underground, o Blank Tapes passou a integrar a crescente cena do som de raÃzes americanas que ecoava com artistas contemporâneos como, por exemplo, Lambchop e Ryan Adams.
O disco traz letras falando de aventuras com amigos, amores [I’m Lookin For Love, uma história engraçada de um cara enganado por uma mulher casada e que resume seu problema em uma frase: “estou procurando o amor na cidade erradaâ€] e a eterna busca do seu lugar no mundo [Over the Mountain, com ares melancólicos], com direito a doses de psicodelia [herdada da influência do hard rock] e de humor ora aqui, ora acolá. Como ele diz na faixa “Mama Showed Me Loveâ€: “Mamãe nunca me falou sobre as corporações / Mamãe nunca me disse o que realmente havia lá fora / Muitas vezes me senti confuso e não conseguia me mexerâ€.
Na faixa “Where Am I Nowâ€, a sensação de deslocamento é latente, e Matt canta: “Sou um turista em minha casa†e “Vai doer andar na ponta dos pésâ€. Já em “Walking†e “Floating Awayâ€, Matt canta seus destenperos e, no final, não se cansa de repetir “It’s all up to meâ€. Quase sempre é.
Landfair (2005), segundo disco, traz a banda usando mais guitarras. O formato elétrico só seria mais explorado pela banda em discos mais adiante. Dois anos depois, Matt lançou Friends & Favorites. Um disco melancólico, reflexivo só com covers. Destaques para a delicada “Queen of Valenciaâ€, em parceria com Lauren Cobb, a obscura e bonita “Belly Dancerâ€, com Kathryn Jensen, “Oceans of Blue†e o folkmantra “Fireflyâ€, com Matt McCluer e Kathryn Jensen.
Em Daydreams, também lançado em 2007, Matt deixa um pouco de lado o violão e volta a apostar nas guitarras, produzindo um disco de rock bem alternativo com riffs e faixas longos – ao todo, são 26 músicas. Talvez seja seu disco com composições próprias mais “sólidas†desde o debut em 2003 e, sem dúvida, um de seus melhores trabalhos.
Em 2008, Matt conta que percebeu que entre parcerias e jam sessions estava tocando em umas 15 bandas. Ele decidiu então que o melhor era juntar todas essas músicas em um álbum. Daà nasceu Universal Western Attractions, um disco com sonoridade diversa – hippie, podemos dizer -, que mostra bem a riqueza do baú musical de Matt.Agora é esperar as próximas surpresas da caixinha musical de Matt Adams. Para este ano, ele disse que pretende lanar um disco em formato digital. Já para 2012, devem sair dois ou três discos. “Músicas não faltam. Quero colocá-las todas para foraâ€.
“Listen to the One” live in Ribeirão Preto at Crazy Miranda
“The Biggest Blunt in Brazil” live in Ribeirão Preto at Crazy Miranda
Matt Adams toca no Sesc, Araraquara
by Da reportagem

Em turnê pelo Brasil, Matt Adams e sua banda The Blank Tapes trazem a Araraquara um pouco do folk americano. O show será na área de convivência interna do Sesc nesta sexta-feira, dia 4, à s 20 horas, com entrada gratuita. Nascido em Orange County, na Califórnia, Adams cresceu influenciado por nomes como o Velvet Underground e Leonard Cohen e começou a fazer música durante a juventude. Elogiado pela crÃtica especializada, recebeu boas crÃticas de publicações como a Rolling Stone e o San Francisco Examiner. O repertório é composto principalmente por faixas do álbum “Home Away From Home”, composto em suas turnês mais recentes e que conta com o sucesso “Listen to The One”. Adams é acompanhado por William Hasley (bateria) e Eduardo Ramos (baixo). Ele já esteve em turnê pelo Brasil em 2010, quando passou por cidades como Curitiba, Campinas, São Paulo, Uberlândia, Ribeirão Preto, Santo Antônio do Pinhal e Sorocaba.
Guerilhagic: Banda Gringa na Guerrilha!
by Carlos

Mes que vem, dia 29/10 teremos mais uma incursão americana nos palcos brasileiros com direito a passagem pela nossa sede, nas já conhecidas festas onde abrimos nossa casa para quem quer entrar em maior contato com nosso trabalho, e agora trazemos uma atração de calibre. Com 6 albums na bagagem, 7 anos de carreira e muitos kilometros rodados em tours pelo mundo todo, Matt Adams e seu projeto The Blank Tapes, é a pura essência daquilo que podemos chamar de folk americano.
Natural de Orange County no ensolarado estado da California, Matt Batt começou o Blank Tapes em 2003, quando lançou seu disco de estréia chamado Country Western Honky Tonk Sallon Blues, de maneira independente e que imediatamente começou a atrair a atenção da imprensa californiana. Com um som suave altamente influenciado por artistas como Leonard Cohen e Velvet Underground, o Blank Tapes passou a integrar a crescente cena do som de raÃzes americanas que ecoava com artistas contemporâneos como Lambchop e Ryan Adams. Dois anos depois, em 2005, seu segundo disco intitulado “Landfair†foi eleito o melhor disco de rock/pop no prestigiado Independent Music Awards. Graças ao seu crescente reconhecimento, a banda passou a cruzar os Estados Unidos em tours que ajudaram a consagrar a banda, inclusive levando a revista Rolling Stone (em sua edição americana) a exclamar “alguém precisa assinar esta bandaâ€. Em 2007 com “Daydreamsâ€(recentemente remixado e remasterizado para relançamento posterior) a banda tocou o solo Europeu pela primeira vez, retornando para os EUA para ainda mais reconhecimento da imprensa americana como os jornais San Francisco Weekly, LA Record, San Francisco Examiner e tantas outras publicações on-line. Contudo no ano de 2010, com o excelente “Home Away From Home†que Matt Adams passou a incluir o Brasil como destino graças a inclusão da música “Listen To The One†no comercial do Sonho de Valsa no Brasil e uma tour de duas semanas pelo sul/sudeste, que culminou com a aparição no Festival da Montanha (em Santo Antônio do Pinhal) e Usina Festival (em Sorocaba).
Com seus métodos de gravação que evocam os dourados anos 60 (utilização de equipamentos analógicos), composições que nascem clássicas e um show impecável, o Blank Tapes é um dos mais promissores nomes da cena americana.
Behind Me
by Karla Gironda
Quinta-feira… Eu tinha acabado de ver “Os 3†no Estação quando fui para o James fotografar os shows das bandas Subburbia (que vocês podem rever aqui, ao lado dos cariocas do Colombia Coffee) e do Matt Adams & The Blank Tapes (que na verdade foi Matt Adams + Pearl Charles). No ano passado eu havia conversado com ele e com o restante da banda, na primeira passagem deles pelo Brasil (e consequentemente, Curitiba). Não fiquei pro show, aula no dia seguinte, aquela coisa (não que esse ano não tivesse, mas era só à s 10h30). E só pra vocês entenderem, o The Blank Tapes é o Matt Adams, os músicos que viajam, fazem shows e tal, com ele são itinerantes, digamos assim. Vai quem pode, vai quem quer. Acho isso SUPER bacana. Cada show é diferente. Por exemplo, o de quinta foi bem tranks, folk delÃcia, que me fez lembrar dos tempos de Red Oak e Waxahachie (ambas no Texas).
Pra variar, o que não acho digno, o show não lotou. Mas não quero ficar de recalques. Porque é assim, todo mundo reclama que não acontece nada, não vem nada pra cá, mas quando vem, não aparecem. Concordo que ninguém é obrigado a ir em todos os shows, principalmente quando não curte algo, mas façam mais e falem menos. Voltando ao assunto principal, os shows. O Subburbia dessa vez fez um show curtÃssimo, nem por isso ruim. Foi ótimo e poderia ter sido muito maior. Com direito à queda do Emil sobre a bateria, simplesmente épico (quem me conhece, sabe que eu adoro uns momentos bagaceira, né), fechando com chave de ouro a música You’re Not Getting Younger (que eu adoro).
Entre as bandas rolou discotecagem delÃcia do Eder Costa, com vários clássicos e músicas novas, tão classudas como (quer um exemplo, a nova do M83, Midnight City). Conforme foi dito, a apresentação do Blank Tapes ficou mais em territórios calmos. Agradando uns, desagradando outros. Eu amei, nem preciso repetir. A luz estava linda, os dois uns fofos no palco. Me senti tão em casa, tão contente, que nem ligava de estar tomando água por conta dos remédios que estou tomando. O set foi composto por faixas dos discos Land fair, Daydreams e Home Away From Home, disco mais recente de Matt. O mais legal disso foi que as músicas eram escolhidas aleatoriamente (até quando perguntei quais tinham sido as músicas do show, Pearl apenas apontou os nomes nos discos que ela achava terem tocado, com a maior simplicidade do mundo). Na frente de Matt um caderninho com todas as possÃveis escolhas de repertório. Entre uma música e outra um cochicho pra definir qual seria. E isso tudo ali, pertinho de mim. Sei que não fui em muitos shows esse ano, mas arrisco dizer que foi o segundo melhor, perdendo apenas pras meninas do Warpaint, conterrâneas da dupla.
Ao final do show, quem curtiu (como eu) pode comprar os cds que o casal trouxe – Land fair, Daydreams e Home Away From Home. Nisso, aproveitei pra trocar uma nova ideia com o cara. Apaixonado pelo Brasil, Matt cumpriu sua promessa de voltar pra cá. Ele, que já estava desde o dia 11 de outubro em terras brasileiras contou que passou por São Paulo e Minas Gerais, junto de apenas um dos músicos que vieram da outra vez (se não me engano o Sean). Nisso acabou tocando com instrumentistas de Sampa. Já Pearl havia recém chegado no Brasil e seu primeiro show tinha sido aquele, no James. Sorte a minha. Tão meiga quanto no palco, conversamos sobre tudo. Até sobre compras e outras coisinhas de menininhas, além de, claro, música e sua banda: The Driftwood Singers, que tem uma pegada mais country que a do Blank Tapes.
E fica a dica, ano que vem eles querem voltar, mas bem que poderia ser num festival. O som, pelo menos no arranjo desse show, tem tudo a ver com eventos a céu aberto e, principalmente, durante o dia. Tá fácil.
Matt Adams e The Blank Tapes em SC
A banda americana The Blank Tapes é a atração do Bar Pixel nesta sexta-feira (12). O projeto liderado por Matt Adams retorna ao Brasil para sua segunda turnê em 2011. A banda já rodou o mundo com o seu folk e têm com referências diretas o músico Leonard Cohen e o Velvet Underground. Você pode conferir todo o trabalho dos caras no site oficial da banda clicando aqui. Os ingressos custam R$ 12. A Pixel fica localizada na rua na rua rua Almirante Jaceguay, número 167-D — bairro Santo Antônio – Joinville.Mais ‘infos’ no Twitter e no site da Pixel.
Matt Adams e a The Blank Tapes também dão as caras no Ahoy Tavern Club. A apresentação da banda na ‘Terra da Oktoberfest’ rola no próximo domingo (13). Os ingressos antecipados custam R$ 12 e podem ser adquiridos na Be Bop Discos e na Palladium Laser. Na hora, outro valor.O inÃcio está programado para as 19h. O Ahoy! fica localizado na rua ParaÃba, número 66, bairro Victor Konder – Blumenau. Mais infos no site da casa de rock blumenauense.














Quinta-feira… Eu tinha acabado de ver “Os 3†no Estação quando fui para o James fotografar os shows das bandas Subburbia (que vocês podem rever aqui, ao lado dos cariocas do Colombia Coffee) e do Matt Adams & The Blank Tapes (que na verdade foi Matt Adams + Pearl Charles). No ano passado eu havia conversado com ele e com o restante da banda, na primeira passagem deles pelo Brasil (e consequentemente, Curitiba). Não fiquei pro show, aula no dia seguinte, aquela coisa (não que esse ano não tivesse, mas era só à s 10h30). E só pra vocês entenderem, o The Blank Tapes é o Matt Adams, os músicos que viajam, fazem shows e tal, com ele são itinerantes, digamos assim. Vai quem pode, vai quem quer. Acho isso SUPER bacana. Cada show é diferente. Por exemplo, o de quinta foi bem tranks, folk delÃcia, que me fez lembrar dos tempos de Red Oak e Waxahachie (ambas no Texas).














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